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Polícia Federal abre inquérito contra prefeito Firmino Filho a partir de denúncia do SINDSERM

Uma denúncia feita ainda no ano de 2017 contra o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), por parte do Sindicato dos(as) Servidores(as) Públicos(as) Municipais de Teresina (SINDSERM), fez com que a Polícia Federal (PF) decidisse pela abertura de inquérito para investigar a prática de crime contra as finanças públicas. O caso é referente à utilização de recurso Federal, por meio de antecipação do precatório do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). Nesta segunda-feira (21), às 10h30, está marcado o depoimento do presidente do SINDSERM na sede da PF.

De acordo com a denúncia da entidade, há irregularidades na utilização do precatório e envolvimento em licitações fraudulentas. O argumento é baseado no relatório da Diretoria de Fiscalização das Administrações Municipais (DFAM) do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI). A entidade já entrou com pedido de prisão do prefeito e a abertura do inquérito significa uma nova etapa da questão.

O caso envolve os recursos federais recebidos pelo município em forma de precatório para aplicação em manutenção do ensino e pagamento do magistério municipal.

“O Prefeito pagou R$ 18 milhões ao Banco do Brasil pela antecipação de apenas três meses e recebeu R$ 210 milhões. Assim, gastou R$ 72 milhões na semana que antecedeu a eleição que ele venceu no primeiro turno. Dentre os gastos do Prefeito e do Secretário de Educação, Kleber Montezuma(PSDB), os técnicos da DFAM, no TCE-PI, já verificaram quatro licitações fraudulentas com as empresas: BELAZARTE, CET SEG, ADV/6 Propaganda e PLUG Propaganda e Marketing. Por isso o sindicato pediu a prisão do Prefeito”, adianta o presidente do SINDSERM, Sinésio Soares.

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